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Eu não costumo copiar textos, seja literalmente ou “essencialmente”. Eu não gosto, pois vai contra alguns de meus ideais. Pode parecer frescura, mas é assim mesmo. Só que hoje vou me dar 5 minutos de folga e copiar uma noticia do site Outer Space. Espero que o pessoal do site não fique bravo comigo. Com a noticia abaixo não estou querendo dizer nada. Leia e tire as suas conclusões. Sou apenas o mensageiro.

 Jornalista recebe 800 dólares em produtos para avaliar Halo 3.

O jornalista Dean Takahashi, que escreve sobre games para o site Mercury News, recebeu pelo correio uma grande bolsa com aproximadamente oitocentos dólares em produtos promocionais de Halo 3, enviada pela Microsoft.

Mike Antonnuci, parceiro de Takahashi, comentou sobre a política do site para essas situações.
“Nós ganhamos alguns kits de imprensa, ganhamos algumas coisas gratuitas que são geralmente enviadas para a caridade, algumas são de um valor insignificante e não vão para a caridade, mas isso é algo totalmente fora de escala”.

Na mala personalizada que continha os produtos, estavam dois controles sem fio de Xbox 360, um fone de ouvido da Xbox Live, um elmo do personagem Master Chief para exposição, uma edição limitada da versão Halo 3 do Xbox 360 Elite e outras coisas como rações militares e um kit de primeiros socorros.

Takahashi avaliou o conteúdo em aproximadamente 800 dólares e comentou sobre o significado deste exagerado kit de imprensa: “É um suborno, nada além de um suborno para me deixar inclinado a aceitar a idéia de que Halo 3 é o suposto evento de entretenimento do ano”.

Esta não foi a única demonstração pública de repúdio à estratégia promocional. Outros sites especializados encontraram formas diferentes de se livrar do kit, chegando até a criar uma promoção para entregar a mala como prêmio ao fã que responder corretamente a uma série de perguntas. Dean Takahashi, no entanto, está decidido a enviá-la de volta como uma mensagem à Microsoft.

halo3.JPG

E aí? O que vocês acham?

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Um mês e um dia após o lançamento de Metroid Prime 3, cá estamos nós para lhes dar umas impressões iniciais sobre o jogo. Sim, só agora, afinal demorou um pouco até eu achar uma cópia não tão cara no Mercado Livre. Agora, o assunto é o onipresente Halo 3, sucesso de vendas e crítica, e enquanto o Lucas não recebe o seu jogo, aproveito para postar antes que Corruption perca todo o brilho por aqui. Pois bem, quero deixar claro que, tirando umas horinhas de Super Metroid, esta é a primeira vez que me aventuro a fundo nas peripécias de Samus Aran pela galáxia. Portanto, quase tudo falado abaixo pode não ser novidade pros veteranos.

Vamos começar pelo começo, né? Posso dizer que estava excitado ao ligar o Wii, e que o menu do jogo só me deixou mais molhadinho. Adorei a trilha usada, junto com o menu contrastante criou um clima de “este vai ser um baita jogo”. Por menu contrastante digo “fundo cinza claro, azul e preto com letras pretas”, ou algo assim (não recordo agora). E lá vamos nós iniciar o jogo. Ele começa no cockpit da nave de samus, onde você, com o Wii Remote, seleciona botões no painel. Logo de cara você já sente que a jogabilidade está uma coisinha gostosinha, mas depois eu falo disso. Rolam algumas animações de naves espaciais voando por aí, com explosões e etc., o que me deu uma primeira impressão não muito boa do jogo. Os rastros das naves são toscos e as explosões idem. Rogue Squadron II para GameCube tem explosões muito mais realistas. Passado o susto, nossa heroína desce em algo que parece ser uma base espacial em algum canto do universo. Agora é a hora em que você começa a controlá-la. Os movimentos são suaves e obedecem com maestria os seus gestos. No texto sobre Call of Duty, publicado alguns dias atrás, disse ter receio quanto a isso. Teria Metroid uma jogabilidade ótima ou ficaria na confusão de CoD? A conclusão a que cheguei foi de que o Wii Remote, quando bem utilizado, faz maravilhas. Só de pensar em usar mira analógica de volta me dá um desânimo. Há a questão do “Samus demora muito para virar em 180º”, mas isso não é prioridade em Metroid. Se isso rolar num Medal of Honor da vida, aí bau-bau, amigo. À medida em que o jogo avança, você ganha acessórios como o “raiozinho-que-faz-você-se-pendurar-nos-lugares-e-também arrancar-a-armadura-dos-inimigos”, controlado com o nunchuck. Muito bom também, bem preciso, assim como os movimentos que você faz em determinadas alavancas, em que é preciso “twistar” o Remote, ou mexê-lo para frente e para trás. Penso que a resposta dos gestos esteja próxima do 1:1.

Então você começa a andar pra lá e pra cá, quando de repente encontra pessoas dentro da base. Aí que rolou a minha segunda decepção, pois os modelos estão FEIOS. Se colocassem os zumbis de RE4 da versão Playstation ficaria melhor. E parece que eles não se movem com naturalidade – isso acontece várias vezes no decorrer do jogo. Depois dessa introduçãozinha básica, Samus parte para o primeiro planeta a ser explorado. O ambiente do planeta é muito bem desenhado, parecendo ser desabitado a algum tempo, exceto pelos aliens que ali residem. Imaginem uma base abandonada em uma pseudo-selva-marrom-de-algum-planeta-miserável-no-canto-da-galáxia. Neste momento que começamos a ver a magnitude dos cenários, onde algumas partes são normais e outras lindíssimas. O mapa é gigantesco e você se verá indo e voltando algumas vezes. A iluminação deles ficou muito boa, com efeitos de luz (sério?), brilhos, blurs e etc. Mas foi no final da fase que eu olhei, parei e pensei: “Obrigado, Retro Studios!”. Eu achei o cenário lindíssimo, todo colorido e cheio de brilhos (nossa, que gay que soou), muito vivo. Eu sempre defendi o Wii na questão dos gráficos, dizendo que ele poderia não ser tão poderoso quanto a concorrência, mas que tinha um baita potencial. E foi ali que tive a certeza. Estou orgulhoso de você, Wiizinho (tirando as falhas supra-citadas, lógico)

Voltando. Eu sou um filhote de Ocarina of Time. O que isso quer dizer? Tomei gosto por dungeons gigantes e cheios de “para-chegar-a-proxima-sala-eu-preciso-desvendar-algo-nesta”. E para quem também gosta disso, Corruption é um banquete. Eu mesmo já fiquei empacado algumas vezes logo no início do jogo, e quando fui ver a solução era simples. Outra coisa que eu sempre lia e não entendia, mas que depois de jogar compreendo completamente: Metroid não é um shooter. Na real, você tem confrontos e etecetera, mas existem momentos em que a última coisa que você quer é ficar atirando nos seres que aparecem na tela. O legal mesmo é explorar, saber como chegar à sala seguinte, examinar, quebrar a cuca, pensar. Esse é o tchan, pelo menos pra mim.

Antes que me esqueça, tem outra coisa que me brocha MUITO no jogo. Lembra quando você jogava algum adventure no SNES, avançava no cenário, matava um inimigo e quando você retornava depois de um tempo ele reaparecia lá? Isso existe em Corruption, e é um saco. Além de parecer mal-programado, é deveras irritante, pois como disse acima, a pira do jogo não é ficar matando criaturas o tempo inteiro.

Já mencionei que os mapas são gigantescos e lindamente planejados e estruturados?

Bom, os sons são excelentes, desde a voz da Samus levando uma pancada (que eu acho “nhui”, como diriam os caras do Judão) até a trilha, que consegue guiar muito bem as emoções do jogador nos momentos certos.

Eu ainda não cheguei a uma conclusão final sobre o jogo, até porque não vi tudo o que tinha que ver. Não sei ainda se o jogo é apenas bom ou se é completamente memorável e chorante. Mas, indubitavelmente é um marco no Wii, e serve de exemplo pras softhouses fazerem jogos decentes para o console, e não apenas caça-níqueis feitos às pressas e com gráficos de PS2. Bem, provavelmente postarei aqui mais uma vez ou outra falando sobre, então fiquem ligados.

As três melhores atividades JAMAIS inventadas por seres humanos são: Jogar, Comer, Dormir.

Via de regra, não se pode comer e dormir ao mesmo tempo, muito menos jogar e dormir, o que nos obriga a ficar até altas horas da madrugada jogando, e leva ao incrível fenomeno do “dormir não dá Xp” no caso de RPG’s, ou “dormir pra quê” nos demais jogos, com variações de acordo com o grupo étnico-cultural.

Só nos restava comer E jogar, mas ó céus, qualquer gamer que se preze jamais tocaria com a mão engordurada de pingo d’ouro ou doritos, e pelo amor de deus, não com a mão cheia de ruffles, não a ruffles…logo, tambem nos vimos privados de comer E jogar…

Essa foi a grande sacanagem que o deus do lazer pregou em seus adeptos, nos deu 3 maravilhosas formas de curtir a vida, no entanto deveríamos escolher qual das 3 iriamos usufruir, mas jamais 2 ao mesmo tempo, quiçá 3.

No entanto, alquimistas, magos, cientístas e Shamans ao redor do mundo revoltados decidiram dar um basta neste ultraje para com os seres humanos, e passaram séculos tentando encontrar uma solução.

Sem nunca conseguir. Nós no entanto usamos o famoso método “limpa na calça/camisa/whatever” com uma rápida esfregadinha, e metemos mão no controle/mouse, mas sabemos que esse método não é 100%, certo amigos?

Então experimentem este, próxima vez que estiverem em uma jogatina com quitutes e salgadinhos deixem uma toalha úmida (ÚMIDA, NÃO ENXARCADA) ao alcance de todos que tenham mão engordurada, quando precisar passa a mão no pano, o controle agradece e vai retribuir com uma vida útil muito maior e uma melhor aparência por muito tempo, sem contar desagradaveis surpresas como: “NOSSA, QUEM FOI QUE DEIXOU O CONTROLE ASSIM, TÁ UM NOJO” que com certeza inutilizaria o controle em questão para todo o sempre.

Eu acho que vou patentear essa idéia.

Sim eu sei que muita gente tem mais do que  reclamar quanto ao “episódio” Halo 3; pessoas com DVD’s riscados (ao redor do mundo) e etc.

Mas o Submarino pede pra AFUNDAR (sacaram!?!?!) cancelando pedidos, trazendo transtorno para todos, e… FODA-SE, CADE MEU HALO 3?

Dou 48h, ou cabeças vão rolar.

<EDIT>

*berro slow-motion ligado*  NÃÃÃÃÃÃAÃÃÕOOOOOOOOO *berro slow-motion desligado* mais um dia sem a porra do halo 3, estou vendo gente que comprou o jogo fora de pré-venda esperando o jogo pra hoje ou amanhã ainda, e eu com pré-venda e tudo não faço a menor idéia de quando o jogo virá, QUE DEUS TENHA PIEDADE DA ALMA DO PESSOAL DO SUBMARINO, VOU TACAR UMA BOMBA LÁ.

Vou te contar: nunca consumi jogos piratas em consoles meus.
Tirando as vezes em que comprava e surrupiava jogos para o PSone de um amigo meu, e dos cartuchos alugados de SNES da locadora da esquina, não colaborei com a pirataria. Talvez pelo fato de sempre ter tido consoles da Nintendo, os menos populares no quesito “vou pagar 15 reais em um jogo”. Mas confesso que, há uns meses atrás, pensei seriamente em desbloquear o meu pequeno e glorioso Wii. Oras bolas, jogos por preços módicos? Nada mais tentador, ainda mais com tantos lançamentos por aí. Mas, no momento decisório, uma breve conversa com o Lucas, companheiro de blog, me fez colocar os pés no chão. Ele, com a sua maldita lábia de advogado, colocou os pontos positivos e negativos de virar adepto da pirataria. Para não ficar muito maçante, eis alguns tópicos:

Mídias piratas fodem com o seu console, diminuindo consideravelmente a vida útil dele.
Você não colabora com coisa alguma comprando jogos piratas. “Mas os jogos originais são muito caros aqui”… Sim, verdade. Mas comprar falsificados só colabora com a não-diminuição dos preços.
A qualquer hora, pode acontecer de você ser banido da rede online de seu console. Aí, meu amigo, chorar não adianta, muito menos culpar a prestadora do serviço.
Os jogos ficam banalizados. Você acaba não dando o valor merecido a eles.

O Lucas compra originais. Seu Halo 3 vira em português. Os meus jogos são originais. Trabalhamos para isso (não só pra isso, que fique bem claro). Sabemos que é difícil manter esse costume. É caro? Sim. Mas acho que vale a pena, afinal o mercado de games no Brasil teve uma década ruim. São muitos os jogos que quero comprar ate o fim do ano, e por causa do preço terei de abrir mão de alguns deles. Mas nem por isso vou desbloquear, apesar da vontade que bate as vezes. Resumindo:

O Assopre a Fita é contra a pirataria. Period.

Para uma leitura mais embasada e profunda, não deixe de ler a EGM numero 65.

egm-pirataria.JPG

O dia que todo dono de Xbox que se preze aguardava chegou, o dia do lançamento mundial de halo 3!

Master chief retorna para finalizar a luta,  e em português, vantagens de termos a MS oficialmente cuidando dos gamers brasileiros.

OK, Halo é controverso, você, ser humano mais crítico, se pergunta “porque o hype” e tenta, em vão, ridicularizar o lançamento, no entanto, halo 3 é um ícone da cultura gamer moderna, não negue isso, caso negue, ou tá cego ou tá mentindo pra si mesmo, basta olhar ao redor.

Que outro jogo conseguiu quebrar barreiras como halo, em tão pouco tempo? nenhum.

Master Chief será o Mario, ou o Sonic, dessa geração, será conhecido por gamers e não gamers, claro, isso vai demorar até a geração que joga halo assumir a parte mais alta da hierarquia, se tornar a “mainstream” da cultura pop, espere alguns anos, quem viver, verá  o abalo que halo trouxe para a humanidade.

Espero que o meu chegue logo, hoje quem sabe ;D

E o mundo dos games começa a semana com um baita sorriso na cara (menos para os istas ortodoxos de plantão). Halo 3 parece ser um jogo perfeito. Enquanto isso, vou esperando pelo Lucas terminar logo o jogo e me emprestar o seu 360, certo? Certo? Quero ver, com calma, o porque desse jogo ser tão falado. Quero ver se o maldito hype faz jus à qualidade do jogo. Espero algo imensamente estrondoso, que me faça sentir como nos tempos de Goldeneye para o Nintendo 64. A única coisa que me desanima um pouco é ter que usar mira analógica. Bungie, não queres lançar um spin-off para o Wii?

AH, EU VÔ PIRÁ!

Chega logo, fim do expediente, chega!

Vi o carteiro indo embora quando cheguei no trabalho e já senti que era o meu jogo :~

A fonte usada na parte de trás da caixinha é a mesma dos jogos da era 8-bits (que também é a do banner deste magnânimo blog)! Demais!

Perdoem-me pelo momento de excitação, não consegui me conter 😀

Ou não.

No WordPress, caso você leitor não saiba, os donos do blog podem verificar as estatísticas gerais dele. Quantos acessos diários, qual o post mais lido e qual termo as pessoas usaram para chegar até o site. E, por Super Mario, é cada coisa a gente lê que poderíamos fazer uma seleção das melhores. Opa, na real o blog No Controle já fez isso. Clique aqui e dê umas risadelas (só pra não dizer que chupei descaradamente este post).
São varias perolas, incluindo formas bizarras de denominar alguns games. Mas um me chamou a atenção e não pude deixar passar:

“Zelda foi estuprada por quem?”

Eu me pergunto o mesmo. Mas até que da pra dar um caldo, não acham?

zelda.jpg