Então, salve salve galera, depois de um enorme hiato estamos de volta as atividades normais. 

Mentira, só um post furreca que deu vontade. 

Quando o Wii foi lançado o mundo gamer ficou maravilhado com as infinitas possibilidades que um console que não estava preso ao número de botões que seu controle podia conter, e as barreiras inerentes a um controle de vídeo gueime. 

Last-gen, mas com controle do futuro!

Estou falando, claro, da dificuldade lógica de se transportar a quase infinita quantidade de movimentos e possibilidades do mundo real para um aparato com 10 botes e dois direcionais (isso na mais nova geração, sem nem tocar no saudoso Atari.). É uma tarefa árdua, tanto é que uma medida de avaliação que revistas e pessoas utilizam-se para avaliar os games é justamente “Jogabilidade”, que nada mais é que uma nota para quão bem se pode jogar um jogo, e se o personagem não responde bem aos controles a nota é ruim, pelo menos quase sempre. 

O controle nos jogos é realmente fator crucial, gráficos ruins, nós suportamos, falta de história até vai, principalmente se for um FPS qualquer, mas se o personagem não responde aos comandos fica muito difícil de continuarmos jogando, exemplo disso é o próprio gênero fps, que era inexistente nos controles, recebeu um upgrade com Goldeneye/Turok no N64, mas ainda era subestimado, e muita gente não conseguia jogar, e após Halo e o esquema de controle revolucionário utilizado os fps tomaram de assalto o mundo dos consoles, deixando de ser exclusividade dos PCs.

Enfim, quando o Wii surgiu houve a esperança de jogos extremamente inovadores, e, perdoem-me os nintendistas, a inovação foi aquém do esperado, não estou dizendo inexistente, vejam bem, foi apenas…menos. 

O que vimos foi uma chuva de jogos de mini-jogos, utilizando-se do controle de movimentos apenas como “gimmick” para vender, mas os gamers mais hardcores foram meio que esquecidos, jogos-promessa foram decepcionantes e os gamers acabaram por abandonar o wii e partirem para pastos onde os jogos ainda verdejavam, exageros a parte, quem ainda joga wii? 

Agora, ignorando o o PSmove, que é copia do Wiimote, inserido num VG mais potente, mas com o mesmo potencial de sucesso ou fracasso, parto para o desfecho desse texto. 

Kinect. Delay de 4 minutos

Considero-o uma segunda geração da captura de movimentos, fins iguais aos do wii e psmove, abordagem levemente diferente e quiçá mais moderna, ao contrário do psmove não vou ignora-lo neste texto, porque acho que sua chance de sucesso/fracasso é diferente. 

Explico. 

O que a microsoft tem que as outras duas plataformas não tem é uma comunidade não só criativa, mas também ATIVA, com programas como o XNA tornam qualquer um uma mini-empresa de jogos, e como todos sabemos que duas cabeças pensam melhor que uma, agora pensem grande e imaginem milhares de cabeças, é o que já está acontecendo com os diversos hacks da kinect,  usuários criando novos fins para o mesmo produto, dentro de em breve podemos ter kinect liberado para os PCs , o que adiciona ainda mais mentes para o brainstorm global, e logo meus senhores, teremos games produzidos por gamers, coisa que não houve e provavelmente não haverá com wii ou ps3, e olhando para  o mundo sabemos que quando as coisas são feitas por quem AMA o que faz o produto é sempre melhor, só olhar pros fan films que pipocam no youtube, que humilham super produções hollywoodianas, e os jogos indies que surgem por aí. 

Por isso que acho que o kinect, apesar de não causar o mesmo impacto e sensação de revolução que o wii causou, (admitam que não, caixistas, pois é verdade eu eu falei.) em seu lançamento, tenho a sensação que estamos para presenciar uma revolução nos jogos, e nos fins que as pessoas podem ter para o kinect. 

Isso é claro, num futuro não muito distante, mas primeiro temos que sobreviver a uma enxurrada de jogos de mini-jogos, né kinect sports? 

Acho que esse cara aí é, hein?

Ao fã ardoroso, que chora todas as noites perguntando-se o que aconteceu com os blogueiros mais amados do Brasil pode ficar tranquilo, cá está o relatório da minha parte desde o último post.

Decepcionado com o rumo gamístico mundial parti em busca de desafios, pura e simplesmente, cansei-me de postar e parti para a terra do prazer gamístico roots, sem blogs, sem reviews, sem grana para comprar novos jogos, e curtindo ao máximo os que já tinha.

Até que por uma epifania parti para outras terras, quis mudar de vida, comecei a fazer musculação, e a carga horaria de games foi reduzida, para fins de semana com algumas horas esporadicas durante semana, muito menos que as 3 a 4 hora diárias de outrora, e então, com emprego musculação e faculdade o lucas gamer entoru em declínio.

E então veio o verão, praia, sol, festa, curtição cocótas.

Carnaval.

Não preciso dizer que a carga horária gamer nesse período foi zero. ou preciso?

Se preciso, foda-se vá ler twitter.

Quando retornei da esbórnia a rotina voltou, musuclação, trabalho, facul, e jogatina em doses homeopaticas, até que um dia, logo após renovar a live gold o inevitável aconteceu.:(

Lembro como se fosse hoje, sabado a tarde, logo após o almoço, pronto pra passar o dia matando gringos, liguei o bichinho, e ele apitou, não um apito de árbitro em partida de futebol, mas como o apito da morte, um apito de dor e sofrimento, como se a alma fosse arrancada golpes de foice, foi isso que eu ouvi, e assustado com o apito da morte, desliguei o aparelho, rezei por instantes, e religuei, apenas para ouvir o apito novamente, que soou como um “adeus”.

Desmontei o 360, reconectei todos os cabos, e confiante pensei “agora vai!”, e realmente foi. Após alguns minutos de jogatina, porém, o game travou, pensei que fosse apenas um lag e esperei, mas a espera foi longa, reiniciei o console, e dessa vez travou logo no start up, reiniciei novamente e ele não voltou mais, partiu para onde quer que os xbox mortos vão, e espero que ele esteja feliz lá.

Quanto a mim, restou passar os ultimos instantes com meu companheiro, abraçado e com lágrimas nos olhos.

Overated. Esta foi a descrição de Lucas Patrício sobre a avaliação de Mega Man 9. “Idéia maluca”, “serviço porco da Capcom”, “até um fã pode fazer isso” e “Capcom preguiçosa” foram outros termos empregados pelo nosso amigo jornalista-blogueiro e gamer nas horas vagas. Como não é segredo para ninguém, Megaman 9 faz uma retomada ao estilo de jogo de outrora, com gráficos, jogabilidade, sons e desafios oitentistas. O “problema” é que, em meio a polígonos e texturas em alta definição, o jogo em questão destoa dos padrões atuais. Tal característica entusiasmou vários e desagradou a muitos. Este que vos escreve é um dos entusiasmados E entusiastas, assim como a galerinha do Hadouken, por exemplo (sim, eu usei essa frase como desculpa para linká-los e saberem da existência deste post😀 aproveito o momento e já linko o Continue e Rumble Pack).

Uma crítica constante que vejo em blogs e publicações é a de que a Capcom está numa fase de não inovações. Seus jogos se repetem e a aposta em novas franquias não é lá muito alta. Mais fácil investir em fórmulas consagradas, certo? Resultado disso? Inúmeros remakes para Wii de Resident Evil e trocentos Megamans, ano após ano. Tal feito acabou resultando em um certo desgaste da marca e do personagem Megaman, tornando-o um possível candidato a “novo Sonic”, caso devidos cuidados não fossem tomados. Em tempos de mesmíce, onde arrisco dizer que um Gears of War 2 não adicionará lá muita coisa como fez a sua primeira edição, quem arrisca pode acabar colhendo os louros. A Nintendo arriscou com o Wii e prosperou, por exemplo. A Capcom, temendo o declínio de seu personagem azul, resolveu arriscar também.

“Como colocar o nosso personagem em evidência novamente?”, pensaram os executivos da gigante nipônica. Em um súbito devaneio transcendental, algum companheiro de olhos puxados teve a idéia que iria chacoalhar o mercado. “Vamos de Retrô!”, disse. É quase poética a contradição que é Mega Man 9. Ele inova pela não inovação. Ou melhor, inova até pela regressão. Simplicidade sem rodeios. Um lindo paradoxo. Nada de tramas homéricas ou ambientações colossais. Aqui, o que vinga é o primor dos tempos que já foram. Cada inimigo e cada plataforma pensados e concebidos com esmero, coisa que não se vê muito hoje em dia, reflexo da sociedade da imagem, onde detalhes às vezes supérfluos disfarçam o vazio.

E creio que a geração “high definition” sofra do mal dos polígonos. Para eles, tudo que não agrade aos sentidos mais superficiais não agrada, mesmo que não tenham experimentado determinado jogo em questão. Não digo que o nosso amigo Lucas seja um deles, até porque creio que ele tenha um vasto portfolio de games “retrô” jogados. Conhecendo-o digo sem medo que foi um entusiasta dos primeiros Pokémon, daqueles de Gameboy mesmo. No entanto, é visível em lan houses e locadoras (elas ainda existem?) garotos que não tiveram o prazer de se deleitar ao som de sintetizadores modestos e paleta de cores reduzida. Hoje, o que vale é a lei dos personagens de queixo quadrado e cenários monocromáticos, como dizem os gajos do Rumble Pack.

Após desviar o foco do assunto, voltemos ao Patrício. O garoto cisma em relutar contra um dos jogos de maior destaque deste ano. Por isso, para fazê-lo sentir o prazer de morrer ao cair em espinhos e buracos filha-da-putamente bem colocados, lançamos a campanha: Patrício, adote um Mega Man! Invista dez dólares de seu rico salário e sinta o êxtase puro de matar chefes dificílimos apenas com o Buster, enquanto você desvia de seus ataques certeiros e quase sempre mortíferos! Vislumbre os visuais coloridos e vicie-se nas grudentas melodias oito-bits. Você não se tornará um traidor da alta definição. Você não será mal visto no meio jornalístico. Aliás, creio que a não participação nisso possa afetar, visto que esta pode ser uma nova tendência no mercado. Você não colaborará para a extinção de jogos másculos e sanguinolentos em nossos consoles de alta definição. Sempre haverá mercado para todos os tipos de jogos, então eu lhe digo: Deixe o orgulho de lado e aproveite! Patrício, adote um Mega Man!

Participe da campanha e poste em seu blog! Ajude a mudar o mundo!

Participe da campanha e poste em seu blog! Ajude a mudar o mundo!

Bom, eu ia escrever um texto grande, mas estou com preguiça. Fodam-se.

Meme sugerido pela Miwi há dois anos atrás. Meu desktop é uma releitura Star Warsiana da Santa Ceia.

Com o título extremamente manjado, aviso aos adoradores deste centro digital de informações que o Assopre a Fita como você conhece acabará. Sim, sem dó nem piedade. Só não virará pó porque acho que nem tem como. Será extinto com tamanha crueldade que as centenas de jovens que aqui transitam não conseguirão nem chorar de tanto choque.

Você está estupefato? Lacrimejando? Pois sente-se novamente, deixe eu explicar, seu lazarento! Este blog está fadado ao ostracismo, porém não se sabe se a curto ou a longo prazo. Continue acessando, teremos mais posts daqui pra frente. Nós avisaremos quando chegar a hora. Digo com antecedência que uma nova empreitada está por vir e que o Assopre a Fita estará lá, em nome e em essência.

Aproveitem enquanto é tempo.

É só entrar em qualquer fórum de games que você com certeza verá um tópico destinado ao jogador “hardcore” versus o “casual”. Ao contrário do que os mais pervertidos possam pensar, o “hardcore” não é o que faz sexo selvagem enquanto percorre os tabuleiros bizarros de Mario Party 8, mas sim aquele que tem o hábito ferrenho de destrinchar cada jogo com ferocidade e obstinação. Já o jogador “casual” é a antítese do supracitado. É aquele que joga de vez em quando devido a outras prioridades em sua vida, muitas vezes optando por games sem muita profundidade em enredo e coisas do gênero. Mas provavelmente, se você está lendo isto, você se encaixa no primeiro perfil, tornando este primeiro parágrafo completamente inútil. Fiz você perder um minuto de sua vida. Sue me.

Eu, como um nintendano assumido – oras, como uma amiga minha me questionou, nintendISTA não seria uma palavra destinada ao profissional da nintendo, tal como dentISTA, jornalISTA, neurologISTA? Pensem nisso -, venho a argumentar com antecedência o título deste post: não, não estou me tornando o dito casual devido às plataformas e jogos da Nintendo. Nem tentem começar flamewars, estimados leitores. Deixem-me explicar. Nas últimas semanas me flagrei perdendo, lentamente, o interesse em jogar. Enquanto antes eu re-jogava Super Mario Galaxy e Metroid Prime 3, ao passo em que iniciava novos jogos como Brawl, Ninja Gaiden e Comix Zone (comprados via Virtual Console), agora eu me vejo raramente manejando o pequeno bastão de plástico da Nintendo. What happened?

Mudei de emprego e passei a me dedicar mais. Não, não pensem que virei um rato trabalhador. Começo após as 10 da manhã e saio exatamente às 18 horas, sem nem questionar se devo ficar mais tempo. Também passei a sair mais. Não foram poucas as vezes que eu, na companhia do companheiro de blog e mais um amigo saíamos de nossas aulas noturnas para tomar um belo pileque até as 2 da manhã. Em belas terças e quintas-feiras, ignorando o fato de ter que trabalhar na manhã seguinte. O fato de eu ter uma prima hospedada em casa e de eu ter saído de um relacionamento também contribuem para isso, a rotina fica balançada e quando vemos, ficamos alguns dias sem jogar.

Mas não pensem que isso significa o início do fim de uma prática quase religiosa para mim. É apenas um período com leves turbulências. Apesar de eu não estar no hype de GTA IV e Metal Gear Solid 4, e de nem estar com vontade de gastar rios de dinheiro em jogos para o Wii (mesmo com meu salário tendo aumentado um bocado), sinto vontade de consumir, mas em menor escala. Existem dezenas de jogos old-school que pretendo adquirir no maravilhoso Virtual Console, o Wii Ware está para ser lançado e tenho muita coisa boa para comprar no Wii. Farei isto, com certeza. Porém, no momento, mal consigo parar para jogar Zack and Wiki – não por falta de tempo, mas por falta de vontade. O jogo é excelente, muito bom mesmo, porém o meu desejo é de jogar coisas descompromissadas e leves.

E nisso o Smash Bros. Brawl funciona perfeitamente. Durante algumas noites eu e minha prima nos sentamos em frente ao televisor e travamos várias batalhas, cada uma mais emocionante que a outra. Independente do resultado, as lutas sempre terminam em risadas e momentos “VAI, PEGA A SMASH BALL!”. Lindo. Divino. Fazia um bom tempo que não sentia esse clima de competição. Desde os 16 bits, pra ser mais exato. Seria isto por causa da qualidade dos jogos em si ou fui eu que comecei a adquirir uma postura mais “single-player”? Corrigindo a minha última frase: Halo 3 também é um ótimo exemplo deste sentimento, tal como Mario Kart 64 e Goldeneye.

Não sei como terminar este texto, já que estou escrevendo sem planejamento algum. Acho que a conclusão é simples: se eu, entusiasta dos jogos eletrônicos, me vejo optando por joguetes descompromissados no momento, imaginem os engravatados na casa dos 30 anos (assim como “engravatadas” de todas as idades, porque não?) chegando em seus lares, exaustos e estressados. Tá aí a resposta para os que se acham mega-hardcores quando indagam sobre o sucesso absurdo do Wii. Fim

Ps: É, Miwi. Seu texto parece ter dado uma injeção de ânimos na galera.
Ps2: Este post não tem imagens de propósito. Faz tanta falta assim?
Ps3: Piadinha sobre a terceira geração do Playstation neste espaço.

Fala turminha mais ou menos, seguinte aqui é o Lucas botando pra quebrar!

Ok, pior entrada triunfal desde Jack Sparrow em piratas do caribe 1, mas o que importa é a intenção, pretendo me dedicar um pouco mais ao blog agora, mas realmente preciso me antenar aos assuntos da crescente blogosfera gamer, em uma de minhas olhadelas passei pelo Goluck onde vi esse post: ” Resistance 2 terá suporte online para 60 jogadores” e  sou obrigado a indagar.

Eu sou um entusiasta dos multiplayers, comecei com Counter strike em lan houses, passsei pra warcraft diablo 2, tibia ( sad face ), outros joguinhos mais, e adoro ver como eles vem evoluindo através dos tempos.

É sabido que os PC’s são a casa dos Multis, mas estou aqui pra falar de VG’S, e neles o online é recente, começou na geração do falecido Dreamcast, que já contava com MMO’s, mas quem revolucionou mesmo foi a Microsoft, com sua rede live, e com Halo 1, afinal antes de halo fps em consoles simplesmente não eram tão bons de se jogar, quase como os jogos de estratégia em tempo real hoje ( é por isso que espero por halo wars, será que eles inventaram um jeito novo e legal de se jogar RTS?) e é por isso que halo é a franquia que é hoje.

Agora vamos ao que interessa e ao que começou este post: multiplayer com 60 pessoas em um console, mais precisamente o ps3, eu sou um jogador fiel de halo 3, ocasionalmente um gears of war ou um forza, e aqui entre nós,  destes 3 o que tem melhor online é o halo, não estou dizendo que halo é melhor, veja bem , mas o online dele é mais encorpado, melhor conexão, melhores modos, mais competitivo e assim vai, assim como o cod4 que também é uma série famosa por seu online.

Parto do principio que a banda é limitada, o que causa um efeito que todos conhecem, o famoso lag,  ou delay, e as produtoras devem encontrar um meio de burlar isso, ou o multiplaye de seus jogos estão fadados ao fracasso, no Halo 3 por exemplo o limite máximo de pessoas é de 16 , e quando o time tem mais de 5 para mais integrantes você deve pressionar um botão para falar, como num walkie talkie, o que é muito irritante, mas isso foi feito com o intuito de salvar  banda, que em vez de ser gasta para se ouvir a respiração das outras pessoas enquanto elas nada falam, é gasta com o jogo em si.

Outro jogo online do xbox, o Frontlines, fuel of war já abre muito mais esse número de jogadores, 50 nerds jogando ao mesmo tempo, em um console, é um bom número, uma das decisões que os desenvolvedores tomaram foi desabilitar o chat, e você só ouvirá os jogadores que você convidar para o bate papo, agora, o mapa é totalmente sólido, nada se mexe, ( no halo o mapa é uma sandbox, coisas explodindo objetos voando), gráficos ruins, quando você morre não tem a death cam, você morre e tudo trava, o que é uma regressão á nivel de jogos de tiro, loading times enormes para respawn, e ainda assim muito lag. (Minha net é de 1MB, só para comparação).

Ouvi falar bem do primeiro resistance, e espero realmente que as mentes envolvidas no projeto achem um meio de fazer o “Resistance 2  dar uma aula de como se fazer um modo online consistente”, nas palavras do meu xará Lucas, mas nem sempre mais é melhor, halo 3 um jogo 9.5 e frontlines um jogo 7.5 mostram isso com perfeição.

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Leitores, peloamordedeus, comentem, eu como comentários NO CAFÉ DA MANHÃ!

 

P.S: Um jogo que eu quero ver será o Battlefild bad company, cuja maior premissa é o cenério estilo sandbox, totalmente malável,e com muitos participantes, o que será que colocaram no código daquilo? Magia?

 

É impressionante como as pessoas adoram criticar caixistas, acho que é porque são os irmãos mais novos da amável família gamer, e portanto, devem ser caçoados até a exaustão e não devem e não podem ter voz ativa, sim meus amigos a ms tem só 2 gerações, e já faz um barulho forte, lembrem-se disso antes de esculacha-los.

Sonystas são duros de aquietar, adoraram dizer aos 4 vents que o gta 4 deles está melhor que o do 360, quando na verdade os reviws divergem muito, no que os reviews não divergem é que o gta de 360 é o único em HD ( E COM ONLINE DECENTE SE ME PERMITEM, psn sux) mas ainda assim pouco se houve falar disso…sonystas falam mais alto, irmãos do meio…

Nintendo velha de guerra, irmão mais velho sofreu mais que todos, e continua forte, e vai sempre levar a bordoada primeiro, pra depois os mais novos já sabendo como é passarem sem grandes dificuldades…

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Lembro que alguns analistas disseram que aconteceria com gta4 e homem de ferro o mesmo que houve com halo 3 e aquela comédia podre, vimos que filme bom não precisa temer game, afinal qualquer gamer pode parar de jogar por 2 horas pra comer pipoca de cinema.

Texto curto, maior que twitter (que também está abandonado, twitter é uma droga gente!), menor que senhor dos anéis, mas ótimo pra recomeçar; e só pra ver se lembro de vocês, o que vocês estão jogando? ( quem tem wii não responde, eu sei que é carnival games…)

 

 

Antunes era um gamer ortodoxo. Sua barriga saliente denotava um estilo sedentário, típico dos rapazes de comum interesse. Claro, haviam os que exibiam os seus corpos estilo Alazão, porém o senso comum mostra que as habilidades físicas não são o forte dos semelhantes de Antunes. No auge de seus vinte e cinco anos, o rapaz exercia atividades trabalhísticas com uma finalidade específica: polígonos e texturas em forma de armas e pessoas. A cada mês, algumas centenas de reais de seu escasso salário iam para o bolso das produtoras norte-americanas e japonesas, visto que Antunes consumia apenas produtos legalizados. Nada de jogos piratas. Apenas originais, e comprados em lojas brasileiras, para ajudar o mercado. Nada de importar pelo mercado cinza. Sua vida social se restringia a conversas com meros desconhecidos via seu headset e troca de mensagens pelo correio eletrônico de seu Wii.

Por ser um gamer ortodoxo, torceu o nariz ao comprar o Wii; só o fez por força maior, já que sua família condenava o seu uso abusivo dos eletrônicos. A solução perfeita para os seus problemas custaria apenas duzentos e cinquenta dólares, mas a sua política de compra o fez despender de quase dois mil reais. Porém, se a dor de cabeça fosse curada, valeria o esforço. No momento em que o console foi ligado na sala de estar de sua casa, suas irmãs e mãe abriram um sorriso fenomenal, aprovando no ato a compra do “brinquedo”. Logo em seguida, Antunes se viu livre para poder efetuar a compra dos novos mapas de Halo 3 no seu xodó, o Xbox 360. Por sete horas consecutivas, matou e foi morto no ambiente virtual. Sua glória seria eterna.

No dia seguinte, acordou perturbado devido às poucas horas de sono. A sensação era de ressaca e ele sabia disso, apesar de nunca ter bebido na vida. Antunes batia cartão todos os dias às oito da manhã, porém havia três semanas em que chegava consideravelmente atrasado, algo em torno de uma hora. Sua fascinação pelos personagens carismáticos estava interferindo em sua vida física, principalmente após a compra de Smash Bros. Brawl. Estava difícil conciliar a jogatina com Halo 3, e para não perder habilidade em ambos, resolveu aumentar o expediente gamístico. Ao adentrar o recinto em que juntava recursos para a compra de novos jogos, o seu superior o abordou de forma incisiva e bradou, em meio a papéis, planilhas e funcionários desgostosos: “Estou estupefato com tamanho descaso! Retire-se daqui e nunca mais volte, ó crápula irresponsável! Abutre inconseqüente!”

Antunes, parado diante de seu modesto computador, levantou seus olhos em direção ao seu chefe e suou frio. Não se importava em com os xingamentos. Não dava bola para o que os outros ao seu redor pensassem. Apenas entrou em desespero. Sua fascinação por jogos o fazia encomendar de três a quatro deles mensalmente, sem contar com os que comprava online, tanto no Wii quanto no 360. Já tinha concluído cada jogo baixado no Virtual Console e, para piorar, a sua conta na Live expiraria em duas semanas. Por fazer parte de uma família com recursos modestos, não poderia requisitar ajuda por parte de seus parentes e, mesmo que o fizesse, nada receberia além de dores no ouvido e desconforto.

Sua sentença de morte já estava anunciada. Não havia pago pela sua cópia de Brawl e tinha comprado GTA IV e Mario Kart. Para piorar, o interesse da família por Wii Sports começava a se esvair; todos já conseguiram status “PRO” em cada esporte. Para reavivar a chama nintendista na família, tinha comprado também uma cópia de Wii Fit e três volantes extras para Mario Kart. Ou seja, estava chafurdado em dívidas e era tarde demais para retroceder. Ele tinha de encontrar um jeito de se desvincilhar de tamanha furada. Tentou convencer o seu chefe a dar uma nova chance a ele, provou por A + B que seguiria à risca as normas e horários da empresa, mas foi tudo em vão. O desespero era visível em seu semblante, e nada conseguiu a não ser pena e desprezo. Era a criatura mais medíocre do planeta naquele momento. Nem os seus constantes headshots múltiplos em Halo 3 o fariam retomar a honra. A sanindade de Antunes ao pouco foi desfalecendo, fazendo-o perder a razão. As veias em sua testa tomavam proporções descomunais. Perdeu o controle – e não o de seus consoles, para infortúnio do nosso herói.

Saiu do business center em que se encontrava, avançou pelas ruas da megalópole em decomposição e arrancou suas vestimentas superiores. Com trapos rasgados presos precariamente em seus braços e pescoço, não sabia mais o que faria. Uma miríade de possibilidades gamísticas de desfizeram em sua mente e passaria por um período negro em sua vida nerd. Por mais que conseguisse um novo emprego, isto não aconteceria imediatamente. Antunes perderia uma época dourada na nova geração dos consoles. Ele poderia jogar mais adiante, mas ele queria exclusividade. Encomendou com antecedência os jogos supra-citados e pagou caro por isso. Sua dívida se tornaria cada vez maior, mas então ele não se deixou sucumbir aos impropérios do mundo capitalista. Ele decidiu incorporar todo o seu conhecimento gamístico e fazer a justiça com as próprias mãos.

Lembrou-se da Master Sword, espada lendária utilizada nos jogos da franquia Zelda e se dirigiu ao supermercado mais próximo. Deslocou-se até a parte mais distante do estabelecimento e saiu à procura de um artefato peculiar, que o ajudaria a reconquistar o que havia acabado de perder. Empunhou o primeiro espeto de churrasco que encontrou e correu. Invadiu recintos comerciais, abordou transeuntes aleatórios, violou propriedades. Sua loucura o levou a tal ponto em que, em questão de trinta minutos, não portava mais um reles espeto de churrasco e sim uma tímida porém mortal moto-serra, após assaltar uma loja de jardinagem. Agora era um ser perigoso. Deixou de ser um ladrãozinho de rua para se tornar temido no centro da cidade. Não distinguia homens de mulheres, crianças de aleijados. Quem não sucumbisse à sua abordagem criminosa seria mutilado, assim como eram os pobres locusts de seu Gears of War. As ruas tomaram um aspecto de barbárie, com pessoas desesperadas e carnificina descontrolada. O olhar no rosto de Antunes era o de um maníaco sedento por sangue. Roubava carros e se dirigia a pedestres inocentes, ignorando as leis de trânsito e o bom senso. Vivia intensamente cada segundo. Personificava o pior do mundo dos videogames. Matava por prazer.

Em poucos minutos tudo quanto é tipo de força armada estava à caça do outrora pacífico nerd. Ruas eram interditadas e evacuadas. Reporteres destemidos e loucos por uma história digna de ascenção salarial se amontoavam a cada esquina para registrar as cenas grotescas. Até que, ironicamente, foi acertado com um head-shot por um atirador de elite. Antunes, que se gabava e cometia teabags a cada acerto na cabeça de seus inimigos, estava morto. Na vida real. Sem direito a continues.
Durante as investigações, a polícia encontrou centenas de títulos de jogos em sua residência. Logo a mídia de massa atribuiu o fascínio de Antunes aos jogos com suas atrocidades. Dezenas de programas informativos e sensacionalistas condenaram o novo mal do século 21, tal qual padres e mães de família que buscam achar um bode expiatório para a sua performance pífia e medíocre. Gamers e blogueiros protestavam pelo motivo contrário  e GTA IV teve a sua procura intensificada diante da popularização dos fatos.