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tallarico.jpgNos últimos anos os videogames conseguiram ganhar mais espaço e popularidade. O que em outrora era uma atividade tipíca dos estereótipos “nerds”, hoje é considerado normal – com um aspecto quase descolado em alguns casos. O mercado de games ultrapassa barreiras nunca antes vistas, com lançamentos milionários que fazem filmes hollywoodianos parecerem meros coadjuvantes no cenário do entretenimento. Produtos licensiados vendem como água nos grandes centros urbanos do primeiro mundo, de bonecos a trilhas sonoras. E se tem algo que seduz e encanta os “gamemaníacos” é a composição musical dos grandes títulos consagrados, como The Legend of Zelda e Halo.

Foi analisando o mercado que Tommy Tallarico percebeu uma necessidade e se aproveitou dela. Juntou uma equipe impecável e criou a marca Video Games Live, em que as músicas de maior relevância são interpretadas por grandes orquestras em turnês mundiais. O evento causa frenesi nas localidades onde é apresentado, arrancando lágrimas dos gamers mais eufóricos e fervorosos. “Os jogos sempre me encantaram, em especial as músicas. Gosto de encantar as pessoas também“, diz Tallarico. Ele, natural de Spriengfield, trabalhou em franquias de sucesso como “Earthworm Jim”, “Tony Hawk’s Pro Skater” e “Prince of Persia” e já foi agraciado com mais de 25 prêmios pelo seu talento musical nos jogos.

A surpresa está no anúncio de Tallarico na noite da última terça-feira, 29, feito em Nova York. Tommy revelou que, para o segundo semestre de 2008 iniciará uma nova turnê, mas não acompanhando o Video Games Live. “O VGL ainda faz parte de mim e eu do VGL, mas este ano darei início a um novo projeto e gostaria de acompanhar de perto“, comenta. O projeto em questão também é musical e também relacionado aos games, mas a abordagem é outra. Tommy, em parceria com o roqueiro Ozzy Osbourne, darão início a um mega-evento de Rock’N’Roll nos Estados Unidos, com uma set-list semelhante a do VGL, com os principais temas de jogos da atualidade. “Muitas são as bandas que fazem releituras baseadas em riffs e acordes, e grande parte delas são talentos que merecem destaque. Por isso e pelo meu amor aos games, este evento será único“, enfatiza. Quando questionado sobre a parceria com Ozzy Osbourne, Tallarico ressalta que é pela experiência sem tamanho do roqueiro com os palcos e com o seu evento, o Ozzfest.

Três bandas já foram confirmadas – 8bit Hardcore, The Legend of a Down e Initial Fantasy. Na comitiva, Tommy ainda revelou o nome do novo evento: “Rock in Ryu”. Ele alega ser uma homenagem a um dos maiores eventos que já presenciou, assim como um dos maiores personagens da história dos games. O nome em questão poderia garantir a Tallarico um processo duplo, porém ele afirmou já ter licenciado através de acordos com a Capcom e a organização do Rock in Rio. Apesar do nome sugestivo, ainda não há previsão de uma vinda ao país, ficando apenas nos EUA em seu primeiro ano. “Mas se formos para o Brasil, com certeza será no Rio“, brinca.

Gamers e de todo o mundo já podem se preparar para muitas horas de Rock’N’Roll e jogos.

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No último post do Continue, li uma parte um tanto quanto intrigante. Após discorrer sobre um possível jogo de espadas para o Wii, o autor do texto comenta que a simulação real de movimentos no Wii pode ser um tanto quanto utópica:

“Eu acho que essa ambição de criar um jogo que copie os seus movimentos em tempo real na tela é meio tola: pelo jeito a tecnologia do Wiimote não é boa o suficiente para algo tão realista.”

Antes que o quote acima pareça distorcido, creio que ele quis dizer que deseja ver algum jogo assim, mas talvez ainda não seja a hora de cortarmos a jugular de japoneses com roupas de seda em nossas LCDs Widecreen Ambilight HDTV 32″ da Philips. No entanto eu discordo. Tá, talvez não dê para criar uma mega-simulação hiper-realista em que o Wii Remote reconheça o jeito com que você dobrou o cotovelo, mas dá pra fazer coisas bem bacanas.

Um exemplo? Wii Sports. Sim, o PRIMEIRO jogo do Wii, aquele que serve para mostrar as funcinalidades, tanto para os usuários quanto para as desenvolvedoras. Eu enxergo o jogo como um “ei, olhem só… dá pra fazer COISAS com o controle, e não apenas simular botões com gestos, viram?” por parte da Nintendo. É só ligar o console e selecionar a opção “Baseball”. Segure o Wii Remote como se fosse realmente um bastão, imitando a pose e tudo, sem se acanhar. Experimente mexer levemente o controle para frente e para trás, para um lado e para outro. Você verá que o seu Mii acompanhará o movimento em uma proporção de quase 1:1, e com uma fidelidade bastante impressionante. É claro que se você fizer um movimento mais brusco o controle irá interpretar como uma tacada, mas isso é uma questão de calibragem na hora do desenvolvimento.

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Outro exemplo: Wario Ware. Mais um jogo da primeira leva de títulos para o Wii. Existem muitos joguetes ali dentro que são limitados e até ruins de executar os movimentos, mas não dá pra negar que em outros o resultado é muito bom. Com uma certa lapidada, poderemos ter um incrível Wario Ware em 2009, já pensaram? Não seria mais uma tecnologia nova e as potencialidades seriam melhor exploradas. Mais um jogo com algumas idéias criativas para os o controle branco da Nintendo: Medal of Honor Heroes 2. Eu tenho lá as minhas ressalvas, mas com certeza é perceptível o esforço para entender o uso do joystick. Isso é assunto para outro post.

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No fim, parece-me que o problema (ou a solução) é aquilo que todo mundo já cansou de ler e de falar: a preguiça – ou o não total comprometimento – na hora de desenvolver os jogos pro Wii. Se for para colocar movimentos ridículos e dispensáveis, apenas para simular uma ação de um botão, então faça como o Sakurai: aproveite o uso tradicional do controle – não que ele faria movimentos ridículos, mas ele teve o bom senso de perceber que uma luta frenética em Smash Bros. não ficaria adequada com um monte de movimentos aleatórios. Mas se você, desenvolvedor (SIM, VOCÊ!), ver que determinado movimento ficará adequado e será relevante, atrase o jogo em seis meses só para deixá-lo perfeito.

Update: Uia, sabe quando você posta algo e fica com aquela sensação de “este post ficou um lixo”? Acho que é reflexo da minha tentativa de postar durante o trabalho. Nas últimas semanas ficou muito mais difícil ;P

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Rated M for Mature.

54y56iy67.jpgAntes de mais nada, gostaria de dizer que estou bebado e sem acentos.

Cheguei em casa agora, dez para cinco da manha e me deparei com uma noticia no Wii Brasil acompanhada de um comentario que gostaria de compartilhar com voces. Ela se trata sobre o jogo Endless Ocean para Wii, onde voce controla um mergulhador e explora o fundo do mar interagindo com seres aquaticos, porem tudo isso se da sem um desafio evidente. Voce esta la para relaxar, passar o tempo e vislumbrar o oceano (ate onde eu sei). Um jogo com um publico claramente definido: os casuais (ou tambem pessoas cansadas de tiroteios e assassinatos virtuais, que procuram um “aliviador” para os momentos pos-expediente). O jogo tirou 8 nos sites IGN e 1UP (clique para ler os reviews).

EGM americana se recusa a analisar Endless Ocean
Em sua última edição, a revista norte-americana EGM publicou uma suposta “análise” do jogo de Wii Endless Ocean, alegando que tal título “não é de fato um jogo, e não merece ser analisado como um”. Tal medida foi tomada por fãs como “uma ação para chamar a atenção” – fãs estes que argumentaram que jogos do gênero casual como Brain Age e Flash Focus não só foram analisados pela publicação, como receberam notas altas.

Na matéria, o jogo foi criticado por “não oferecer perigo, conflito, inimigos, uma história, obstáculos, uma barra de energia, ou até mesmo chefes”, elementos chamados por eles de “coisas de jogos”.”

Segue abaixo o comentario de um dos usuarios (Siryus):
….
“Lamentável…
Exemplo típico da caduquice do atual sistema de análises vigente pelos grandes grupos de mídia.
Está na hora de evoluir a linguagem e conseqüentemente o patamar deste setor do entretenimento de massa. Considerar obras interativas que possuem um potencial imenso, como apenas jogos, é uma visão retrógrada, limitante e estagnante. Felizmente existe a Nintendo neste mercado para revolucionar e subverter a lógica das coisas que tendem a se acomodar num sistema em que o lucro sobrepõe-se ao valor artístico. Não é à toa que estas revistas estão em declínio, o mesmo acontecendo com setores da produção que insistem em manter a velha fórmula: “mate o inimigo, ganhe pontos, passe de fase, derrote mais outros adversários, desvie de obstáculos, mantenha o ‘life’ cheio e pra variar, mate mais um pouco”. Este esquema foi útil nos primórdios da linguagem interativa, mas hoje, quando a indústria se torna a vedete do entretenimento, se mostra desestimulante. Vemos toda hora, bolhas econômicas surgindo, graças à usurpação sem trégua de determinado recurso, sem que haja uma renovação. Era isto que estava acontecendo com o mercado de “games” até a Nintendo “por questão de capacidade e também de sobrevivência” se ver obrigada a mudar um pouco as coisas. Uma mídia tão fantástica que converge as grandes formas de expressão artística como cinema, literatura e música, acrescentando ainda a não menos fascinante interatividade, ficar restrita à plataformas que conseguem vender apenas pouco mais 100 milhões de unidades quando obtêem sucesso, enquanto canais de televisão, discos, livros e filmes conseguem atingir o mercado de massas com muito mais facilidade em um mundo com mais de 6 bilhões de pessoas; é um contra-senso. Ainda há muito por evoluir e agregar em público, mas para isto é preciso deixar preconceitos arraigados de lado e explorar muito mais a linguagem interativa que possibilita aprofundar experiências emocionais como nenhum outro meio consegue, pois assegura vivenciar fatos e sentir as conseqüências de determinada ação. Gerando assim uma reflexão que só obras artísticas propiciam, para aí sim, como toda arte, se tornar uma forma de elevação humana, e, o melhor, com diversão. Este, na minha ignorada opinião, é o caminho e o desafio da indústria, se quiser galgar a posição que merece e o respeito da maioria do público.”
….
Sou fa da EGM, apesar de muitas pessoas criticarem (varias vezes baseados em argumentos pifios e infundados), porem nao sei de que lado ficar (ate porque o alcool em minha mente nao permite tomar decisoes coerentes), mas a principio me pareceu uma atitude um tanto quanto dispensavel, visto que em cima dos argumentos citados, segundo a EGM, um jogo PRECISA conter as caracteristicas por eles exemplificadas, o que nao necessariamente reflete a realidade. O primeiro Mario Bros. nao continha uma barra de energia. Isso o descaracteriza como um jogo? Mercury Meltdown nao possui historia ou chefes. Tudo bem que aparentemente Endless Ocean nao possui nenhum destes itens – segundo a revista – no entanto eles poderiam simplesmente nao publicar conteudo algum sobre o jogo ao inves de trata-lo com descaso, talvez ate o ridicularizando. Posso estar vendo isso sob uma perspectiva incompleta, mas me aparenta falta de parcialidade no caso. Nao consideram Endless Ocean um jogo? Deixem quem o considera avalia-lo. Afinal a EGM eh sobre jogos, nao? Entao se o jogo nao eh um jogo, nao faz sentido nem comentar algo sobre.
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Concorda? Discorda? Falei besteira? Estou bebado ainda? Discorra sobre.

Não bastassem as batalhas poligonais travadas todos os dias (ou quase), os gamers possuem uma característica bastante peculiar, presente mais notavelmente nos participantes de blogs, fóruns e comunidades virtuais das mais variadas: a de se auto-afirmar através de jogos e consoles. Enquanto seres do sexo masculino que não costumam frequentar o ambiente gamístico demonstram a sua grandeza com carros tunados, músculos e mulheres, boa parte dos jovens amantes das texturas em 1080p despendem horas e horas de seus dias – estejam em horário de trabalho ou não – bradando aos céus e à terra que o seu videogame é melhor que o do outro usuário do fórum.

É incrível o comportamento muitas vezes inconsequente e infantil de muitos (eu disse muitos e não todos, não me bata!) usuários que não possuem conhecimento do assunto em questão e expelem salivas virtuais baseadas em argumentos infundados e/ou inexistentes. Todos os dias, em qualquer nova notícia sobre qualquer plataforma, lá estarão eles, os flamers, trolls ou seja lá a denominação adequada. Geralmente eles se apóiam em achismos, sem nenhum conhecimento de causa, ou enfatizando UMA característica negativa do jogo ou console, e aí acontece o fenômeno da generalização. Jogo X para Wii tirou nota 2 em tal site? O videogame é um fracasso, não possui jogos e é um GameCube 1,5. Jogo Y para 360 tirou 9 no IGN? Pft, é mais um shooter descerebrado e com apenas visuais bonitos. Jogo W para PS3 tirou nota razoável? O do 360 é melhor. Claro, muitas vezes os argumentos utilizados são válidos e verdadeiros, porém nem sempre refletem o real estado do acontecimento.

Um bom exemplo de atitude flamer foi o que rolou no post anterior e que você confere abaixo. Claro que no caso foi tudo uma brincadeira, porque eu sei das vantagens e qualidades do 360 e de um jogo como Gears of War e o Lucas conhece a importância da franquia Mario, mas ilustra bem o clima das discussões inflexíveis que rolam por aí. O exemplo abaixo não foi o bastante? Acesse o Final Boss e participe do mini-fórum. Lá o pau fecha constantemente e os assuntos são basicamente os mesmos.

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Dica cultural: Gosta de humor negro, socialmente incorreto, podre, repugnante e deplorável? Delicie-se no Electric Retard, o site mais ousado da internet, que aborda temas polêmicos como o racismo, nazismo e sexo. Mas se você não gosta de sangue, excrementos e líquidos sexuais nem entre.

Eu espero que GoW 2 apareça ainda esse ano, ali por novembro para ser mais exato, mas não via sinais de que a epic estava trabalhando nisso, e a própia empresa negava uma sequencia ao titulo.

NO MORE, a Epic anunciou  que parou de produzir conteúdo extra para o jogo de tiro em terceira pessoa mais jogado da live, para concentrar esforços em outros projetos.

“We don’t have anything planned for [Gears of War] right now in terms of DLC”, traduzindo, eles não tem nada planejado para gears of war em termos de conteúdo extra, e para bom entendedor meia palavra basta, eles disseram “EM TERMOS DE CONTEÚDO EXTRA” os mais otimistas ( eu ) podem entender como uma dica para o que está por vir no futuro.

E para o caso do pessoal da epic estar lendo o blog (I know you are, you bastards!) façam um gears com um multiplayer tão sólido quanto halo e vocês terão um jogo épico, que será cantado pelos bardos inter-esterales através do tempo e do espaço.

À medida em que o jogador (você, tigrão!) vai se tornando mais “hardcore”, começa a acompanhar portais, blogs, revistas e tudo o mais, é quase que inevitável. E por mais que a qualidade dos jogos seja o que realmente importa, junto com a experiência in-game, uma hora ele leva em consideração também as vendagens dos jogos e consoles. Não que isso influencie diretamente na hora em que você segura o joystick (ui!), mas com certeza gera discussões acaloradas em centenas fóruns nerds ao redor desse nosso planetinha moribundo. Em agosto passado, postamos um print do site VgChartz, que contabiliza o número de consoles vendidos nos mercados importantes (nós ficamos de fora, obviamente). Na época o Wii tinha recém alcançado o primeiro lugar, indo contra todas as espectativas de um ano antes. Na guerra dos “next-gen de verdade”, como costumam afirmar alguns, o 360 peidava loucamente na cabeça do Ps3 e este estava fadado ao fracasso segundo muitos (incluindo este que vos escreve).

Mas e agora, alguns meses depois? Quem está na liderança? E se está na liderança, está com folga ou tem alguém jogando bafo na nuca já? E o lanterninha, continua um “fracasso” ou a estratégia a longo prazo está funcionando? E o meio termo, está sendo passado para trás ou continua com folga?

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O Wii por enquanto é o rei dos consoles de mesa. O 360 se não cuidar vai balançar feio nos próximos meses e o Ps3 pode estar rumando a um reinado absoluto. Quais serão os próximos episódios?

Esta notícia merecia um post mais detalhado e extenso, mas novamente o trabalho interfere neste blógue :/

Deu no Wii-Brasil: Produtora brasileira TechFront confirma que está produzindo jogos para Wii e DS

Parece até notícia fake, mas pelo jeito é de verdade. A hora é agora, galera! Enviem os seus currículos e portfolios, novas promessas do mundo dos games estão para nascer. Com certeza vontade de crescer e despontar não falta, então é com vocês (opa, me incluo nessa, quem sabe). É Brasil na E3 2009!

Quem sabe isto vire realidade. Já pensou? Vou licenciar JÁ!

Se tem algo que eu não sou é esportista. Nem “real” e nem virtual. Eu até gosto, mas não tenho estímulo algum. E para os videojogos é parecido. Parei de praticar esporte virtual (Se tem um termo que eu odeio e que não faz sentido algum é “atleta virtual”. Quem diabos inventou isso? Maldito!) há algum tempo, mais especificamente no Super Nintendo, com o International Super Star Soccer Deluxe. Okei, lembrei que passei horas e mais horas no Wii Sports, mas tirando isso, parei no ISSSD mesmo (nota mental: colocar o Wii Sports pra rodar novamente. Eita jogo bom…). Em falando de jogos de esporte, não gosto de nenhum atualmente. Acho FIFA uma bela porcaria de se jogar, odeio os controles que cismam ir contra o jogador (aí você vai dizer que é a prática, que sou ruim, mas e daí? Não tenho paciência pra isso, em jogo de esporte eu quero pegar o controle e sair jogando). Já com Winning Eleven a coisa é um pouco diferente. Na hora em que pego no joystick já consigo me divertir. Pode não ser a simulação perfeita, mas o que importa é a diversão. Se eu quiser simulação eu vou logo pra rua e jogo bola de verdade, certo?

pes.jpgSó que apesar de toda a minha não-paixão com jogos de esportes, existe um que eu muito provavelmente comprarei. Apenas não o farei se as críticas destruírem completamente o jogo, e o título em questão é justamente o supracitado Winning Eleven, porém a versão para Wii. Abaixo você poderá ver, caso ainda não tenha feito, um pouco do esquema do jogo, que aparentemente desconstrói toda a jogabilidade atual da série e recria especialmente para as funcionalidades do Wii. Você pode, com o ponteiro, controlar outros jogadores além do que você controla com a alavanca analógica e cria as mais diversas estratégias durante o desenrolar do jogo. Sinceramente fica difícil chegar a alguma conclusão apenas nos vídeos, já que no caso você precisa sentir o jogo, mas eu aposto as minhas fichas na talentosa Konami. Não acho que ela trataria com descaso uma das suas principais franquias, especialmente no Wii, que tem um teórico potencial para jogos como esse (meu pai jogaria). E por se tratar de um esforço feito especialmente para o Wii – não é à toa que a versão para o console será lançada meses após a concorrência – acredito que o resultado será bom. Geralmente jogos pensados – ou no caso, repensado – especialmente pro sistema têm resultados muito bons no quesito in-game experience. Mas se eu estiver enganado e esse for mais um execrável port de PS2, quebrarei a cara e morderei a língua. Mas pelo menos não gastarei mais 150 reais.

Ah, o jogo terá partidas online!

Morri umas 8 vezes para matar um Krogan em Mass effect, que é ao mesmo tempo o motivo pelo qual estou postando e um dos motivos pelo qual não posto mais regularmente, essa vida de blogueiro cansa, e jogar VG é uma maneira melhor de gastar o tempo livre, admitam!

Mas não vou deixar o blog na mão e vou postar algo, recomecei com o twitter hoje,depois de pesadas criticas xD , acho ele meio sem sal perto do wordpress, tomara que seja moda passageira,e lá aconselho leitores a lerem O imperador de onn Iggulden ao invés de jogar VG, a menos que você tenha um 360 e uma Cópia de Mass Effect, se for o o caso te aconselharia a jogar.

Em breve mais textos “líveis”, ao contrário deste.

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Update do Rodrigo: Para não atropelar o post do Lucas, intrometo-me aqui sem nem pedir permissão (perdão, Lucas =x) para passar um link para vocês. Eu não gosto de Second Life. Se você gosta, tudo bem, nada contra, mas eu acho uma tosqueira sem tamanho. Vejo como o tipo de coisa que é apenas um hype temporário (existe hype permanente?) que só serve para matérias na Veja e no Fantástico. E não matérias boas, mas sim aquelas que mostram o “classe média lifestyle”, com direito a depoimentos de gente que não sabe o que fala e informações erradas. Pois bem, o Mr. Manson postou há um bom tempo um artigo falando tudo o que eu queria ler sobre essa bobiça gigantesca. Clica aqui e leia!