Por ser o primeiro jogo principal de Mario logo apos a versão “64”, Super Mario Sunshine teve uma grande responsabilidade. Ele precisava superar o seu antecessor, tido como revolucionário. Tarefa dura, não? Por se passar em um local que não o Mushroom Kingdom, alguns torceram o nariz para o jogo, incluindo este que vos escreve. Eh um grande titulo, vendeu muito bem, teve notas excelentes e etecetera, mas muitos reclamaram não sentir estar jogando Mario (em algumas boas partes, pelo menos). Mas se teve algo que eu realmente adorei no jogo foi o fator nostalgia.

“Mas como assim, tu não disseste não sentir estar jogando Mario?”

Sim. Mas em todos os cenários você tinha uma parte especifica em que Mario perdia o seu FLUDD (maquininha de esguicho) e era transportado para um mundo meio que flutuante, onde o objetivo era chegar ao final e pegar a estrela (ou sol, não recordo agora). Só que, para conseguir pega-la, você tinha de passar por diversos obstáculos, pulando de parte em parte. Ou seja, lá estava a essência do Super Mario: plataforma.
Ah, mas que beleza! Que diversão! Só aquelas partes já valiam o jogo, e passei algumas horas tentando e tentando realizar um salto milimetrico para conseguir chegar a próxima parte do cenário. E era dificílimo, pelo menos na época, e pra mim. Tudo isso rolava com uma versão acapella do tema principal rolando ao fundo. Simplesmente fantástico. Se o novo Super Mario Galaxy tiver isso, ficarei extremamente satisfeito, e pelos trailers recentes eu digo que terei espasmos de prazer. Para quem não teve a oportunidade de jogar Sunshine, entenda melhor a descrição acima com o vídeo abaixo:

E que chegue logo o 12 de novembro!

PS: Não era para o Mario estar com o FLUDD equipado aí. Creio que esteja porque o estagio em questão já estava completado anteriormente.

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