Quando se menciona videogames a leigos, a reação mais provável é a de desdenho. A pessoa pode nem falar nada a princípio, mas apenas no olhar você já capta o escárnio do ouvinte. O que é esperado, visto que videogames carregam uma conotação negativa. São eles os responsáveis por diversos assassinatos ao redor do mundo. Apenas crianças, jovens desmiolados-e-sem-vida e nerds de 30 anos jogam.

Mas esta é a visão dos leigos, claro. Nós, gamers, sabemos que a realidade é outra, e muitos de nós os consideram como uma forma de cultura, analisando os seus aspectos artísticos, estratégicos, psicológicos e assim vai, imaginando desde o processo de criação do jogo até desenvolvimento da campanha de marketing.
Infelizmente, assim como em todas as outras formas de entretenimento, há o bom e o ruim, tanto em matéria de produto quanto de consumidor. Enquanto milhares de perebentos assolam grupos de discussão disseminando a ignorância com comentários superficiais e português sofrível, existem alguns poucos seres com a mentalidade mais desenvolvida.

Estou falando do Hipergame e do Benzaiten, blogs que enxergam os jogos de uma maneira inteligente. É quase um oásis no meio de tanta coisa mais-ou-menos, e vale a pena serem lidos, pois são exemplos do que deveriam ser os gamers no geral, ou seja, preocupados em enxergar algo além do tamanho da nova magia do personagem cabeludo do RPG genérico do preistêixon.
(Quantos “dos” na frase acima.)

Vamos lá comentar para mais atualizações!

(Perdoem-me se soei arrogante, não foi a intenção.)

Anúncios